Tipos de Software

Um programa de computador é uma seqüência de instruções específicas que serão seguidas e/ou executadas pela máquina, na manipulação, redirecionamento ou modificação de um dado.
Tudo que um computador faz é instruído a partir de programas. Note-se que cada software ou programa de computador é uma sequência de instruções que devem ser seguidas e/ou executadas, na manipulação, redirecionamento ou modificação de um dado/informação ou acontecimento.
Portanto, programas são arquivos que contém comandos para a máquina, tendo, em geral, formato exe, com ou bat no sistema operacional Windows.
Evidentemente, os programas não são infalíveis e, mesmo depois de repetidamente testados, podem apresentar erros, que, comumente, chamados de bugs.
Atualmente a maioria dos programas possui uma interface gráfica amigável, ou seja, uma tela com ícones clicáveis que dão acesso às funções do sistema. Portanto, o usuário não precisa conhecer a linguagem do computador para executar determinados comandos, basta clicar sobre o comando escolhido, na forma de uma palavra ou de uma figura, ou digitar uma combinação específica de teclas para que o programa envie uma mensagem para o processador causando a execução de uma certa tarefa.

Tipos de software:

– Adware

Programa gratuito para o usuário, mas que exibe publicidade de empresas que patrocinam o seu desenvolvimento. Ou seja, são gratuítos enquanto a propaganda estiver sendo exibida (o banner estiver rodando). Em alguns casos pode existir a possibilidade de adquirir um registro e não ser incomodado pelas propagandas na tela.

– Demo

O termo “Demo” (de “demonstration”, demonstração em inglês) é aplicado particularmente a jogos.
Geralmente é uma versão mais curta do jogo, que permite a sua instalação e utilização, possibilitando que seja experimentado e que se decida por sua posterior compra.


Freeware

Programa de distribuição livre. Notar que a língua inglesa tem apenas a palavra free para designar os termos “gratuito” e “livre”, que têm significados diferentes em português. Assim sendo, o termo freeware não significa necessariamente que o programa é grátis. Isso só ocorrerá se o software tiver uma licença GPL. Entretanto, muitos “freeware” são gratuitos, especialmente quando para uso pessoal. Aliás, é freqüente a utilização ser gratuita apenas para pessoa física, havendo uma versão shareware para pessoa jurídica. Ou seja, muitos são gratuitos para uso pessoal, mas não para empresas.

– Gratuito

Programa com custo zero para o usuário, mas que pode conter adwares. Não tem código aberto, ou seja, o código do programa não pode ser alterado e pode haver restrições na maneira como será usado.

Opensource, GNU e GPL

“Opensource”

Nesse caso o código-fonte do programa é livre, aberto. Lembrar que o código-fonte é o próprio software, escrito em uma linguagem de alto nível (como C, Cobol ou Java), ou seja, é uma estrutura lógica com uma seqüência de comandos, em alguma linguagem de programação, no qual o programa foi desenvolvido, sendo diferente do código binário ou código diretamente lido pelo hardware.  Assim, quando se diz que o código de um programa é livre, não se está falando de preços, mas que outros desenvolvedores estarão livres para conhecer, adaptar, corrigir, modificar, executar, copiar, estudar, melhorar e redistribuir o código do programa.


– “GNU”

O objetivo do projeto GNU era (e ainda é) criar um sistema operacional completo, inspirado e compatível com o Unix, mas não proprietário como o Unix era. Vem daí o trocadilho no nome: GNU is Not Unix (GNU não é UNIX). Portanto, o projeto GNU é o responsável por quase todas as ferramentas que tornaram um sistema Unix livre possível. Richard M. Stallman criou, em 1984, a Fundação do Software Livre (“Free Software Foundation” – FSF) para fomentar projetos com essa filosofia. Portanto, a FSF é dedicada à eliminação de restrições sobre a cópia, redistribuição, entendimento e modificação de programas de computadores. Faz isso promovendo o desenvolvimento e o uso de programas livres em todas as áreas da computação. Essa idéia, que hoje se espalha por todo o mundo, é parte do movimento pela “free culture” ou “cultura livre”, que abrange todos os produtos culturais com reprodução e modificação livres para qualquer usuário.
Stallman foi o pioneiro na difusão dessa idéia, não somente como uma questão econômica, mas como um movimento social, com implicações políticas e culturais. Ele desenvolveu, ao longo dos anos, a licença de copyleft (em oposição à copyright).

Quatro tipos de liberdades são garantidos nessas licenças:

0. executar programas para qualquer propósito.
1. estudar como o programa funciona e adaptá-lo às suas necessidades.
2. redistribuir cópias do programa de modo que seu vizinho se beneficie.
3. melhorar o programa e distribuir o seu aperfeiçoamento para o público, de modo que toda a comunidade se beneficie. Evidentemente, o acesso ao código fonte é essencial para que essas liberdades possam acontecer.

– “GPL”
A FSF criou a licença GPL (“General Public License”) baseada no direito autoral que respeita as liberdades acima. Usando a licença GPL um programador assegura que o código de seu programa permanecerá aberto, pois toda e qualquer modificação só poderá ser liberada se for feita pela mesma licença.
Mais tarde, se o programador original decidir fechar o código do programa, outro programador poderá continuar mantendo o programa livre, reiniciando o seu desenvolvimento, começando pela última versão que foi licenciada como GPL.
Essa licença permitiu que os programadores pudessem liberar seus trabalhos para o público, sem medo que seu código fosse apropriado por alguma empresa e, ao mesmo tempo, assegurando que ele ficaria livre para sempre.

Características dos programas com licença GPL

– Não há custos maquiados: Sem restrições – realmente não há qualquer preço a ser pago.
– Sem propagandas – não é requerido que se veja propagandas para usar o programa.
– Sem programas espiões ( spyware ) – não tentará coletar informações pessoais ou sobre o modo como usa o seu computador.
– Sem comportamentos intrusivos – não tentará instalar ou criar atalhos para “softwares parceiros”, nem colocará mais atalhos em seus Bookmarks (Favoritos ) para links não-requisitados de sites comerciais.

– Pode-se usar quantas cópias desejar. Pode-se copiá-lo para diferentes computadores.
Na verdade, desde que não se redistribua cópias modificadas do programa, não há restrições sobre o que poderá fazer com o programa.

É importante lembrar que a grande força do software livre está no enorme potencial de cooperação para depuração coletiva, já que centenas de pessoas em todos os cantos do mundo podem testar, modificar e/ou sugerir. Esse potencial é capaz de neutralizar pressões mercadológicas, políticas e de marketing.

Programa proprietário

Software proprietário, também denominado “não livre” é o programa cuja cópia, redistribuição ou modificação são restringidos pelo seu criador ou distribuidor de alguma maneira. Essa expressão foi cunhada em oposição ao software livre.
Em geral, para se poder utilizar, copiar, ter acesso ao código-fonte ou redistribuir um programa desse tipo, deve-se solicitar permissão ao proprietário ou pagar para poder fazê-lo. Ou seja, um software proprietário freqüentemente deve ser comprado, o que lhe gerou o apelido de “Payware“. Sendo um código proprietário será necessário, adquirir uma licença, que pode ser muito onerosa, para cada uma destas ações.

Exemplos: Microsoft Windows, Mac OS, Microsoft Office ( que agrega Word, Excel, PowerPoint ), RealPlayer, WinZip, Adobe Photoshop, Corel Draw, algumas versões do UNIX etc.

É comum durante a instalação de um software proprietário a necessidade de um número em código, uma Key (chave), um número serial, que deve estar na caixa do produto ou em seu manual de instalação. Portanto, serial é um código alfanumérico (com letras e números) com o qual se pode registrar o programa.


– Shareware

Uma cópia de avaliação, que se pode instalar gratuitamente, é disponibilizada, possibilitando ao usuário a instalação e o conhecimento do que o programa é capaz de fazer. Entretanto, a cópia pode ter um prazo para utilização ou pode não ser completa:

Funciona durante um certo tempo, o chamado período de avaliação (geralmente 30 dias), ou
possui apenas algumas de suas funções ativadas.

Após o prazo vencer ou se mais funções são desejadas o programa deverá ser registrado (ou seja, comprado).


– Trial

O termo “Trial” (= tentativa, em inglês) também se refere a programas de demonstração. Mas é mais aplicado a programas não relacionados com entretenimento. Portanto, um trial funciona quase da mesma maneira que um demo, mas possui limitações, ou seja, parte de seus recursos não está disponível. Por exemplo: podem não salvar ou não exportar os trabalhos realizados.

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